O vídeo a seguir é um belo achado do Marcos Diniz. Nele é possível ver 35 anos da história dos videogames em pouco menos de 2 minutos e meio. Nesse curto espaço de tempo são mostrados pequenos trechos de vários jogos que marcaram a indústria. Tá certo que muita coisa ficou de fora, mas mas vale a pena ver para matar a saudade de vários clássicos e tentar lembrar o nome de muitos deles.
[via neodiniz]
Para quem gosta de propagandas de games o vídeo abaixo é uma verdadeira relíquia. Ele é uma coletânea com 20 comerciais que vão desde 1977 até 1995 e sem sombra de dúvidas se trata um verdadeiro registro histórico da cultura gamer. Em uma delas podemos ver o Peter Parker jogando um trambolho Lynx e até o Max Payne arriscando uns passos de dança.
Repare como as propagandas do Atari tentavam atingir todas as classes e idades. E muita gente pensa que a Nintendo e seu Wii são pioneiros no assunto.
São poucos os jogos que nos prendem por horas e ainda nos deixam aquela sensação de saudade antes mesmo de acabar. E quando terminam, parece que ainda existe alguma coisa que está esperando por você. Eu me senti assim quando estava chegando ao final de Grandia, um dos RPGs mais fantásticos que eu já joguei ao longo de todos meus anos de vida gamer.
Grandia conta a história de um sonhador chamado Justin. A trama é envolvente e repleta de ótimas surpresas e personagens mais do que marcantes. Não é todo jogo que começa após o “fim do mundo”. Bem vindo, isto é Grandia.
O MB Games não é o Retrobits mas nós também gostamos de velharias jogos antigos. Fuçando pela web eu dei de cara com um blog chamado Racketboy, nele é possível encontrar muitas informações sobre vários consoles antigos e duas seções me chamaram a atenção.
Na Defining Games os autores apresentam alguns jogos que eles julgam os mais importantes de várias plataformas como Master System, Sega CD, Sega Saturn e Super Nintendo. As listas são uma ótima forma de os mais novos conhecerem quais jogos definiram as antigas plataformas. Além de possuir uma imagem para cada jogo, os indicados ainda possuem uma breve descrição.
Mesmo sendo pouco conhecido, o primeiro Playstation tinha um jogo de terror que era muito bom. Clock Tower era um point 'n click com um enredo típico dos filmes de terror da década de 70 e 80. O jogo se passava na Noruega, mais precisamente na mansão da família Barrows.
A matriarca da tradicional família teria dado à luz a dois meninos que começaram a mostrar sinais demoníacos. Bobby, uma das crianças, acabou tornando-se um serial killer conhecido como Scissorman graças ao objeto que ele usava para matar suas vítimas, uma tesoura.
Tudo isso é contado no primeiro jogo da série, lançado para Snes e com o subtítulo The First Fear. Infelizmente eu não joguei este game, mas já li boas críticas a seu respeito.
Todas as pessoas que são apaixonadas por videogames já deve ter visto na internet algum leilão onde o dono vende algum jogo que você sempre quis. O problema é que dependendo da raridade do título, o valor pode custar uma pequena fortuna.
Pensando assim, a Nintendo do Canadá resolveu leiloar vários cartuchos antigos que estavam guardados na empresa e doar o valor arrecadado para uma ONG. O detalhe é que todos os jogos estão lacrados e estamos falando de 421 títulos. Ao todo, são 24 lotes de jogos de Nes, GameBoy e Snes.
Entre as preciosidades oferecidas é possível encontrar o Dragon Warrior IV, The Lost Vikings, Star Fox, Mortal Kombat e Contra. Até o momento, o leilão com o valor mais alto é justamente o que possui o RPG produzido pela Enix, passando dos US$ 1.000. Portanto, se você quiser adquirir um dos lotes, é bom começar quebrar o porquinho.
[via Joystiq]
O primeiro Playstation conseguiu se consolidar no mercado por, entre outras qualidade, conseguir recriar muito bem ambientes em três dimensões. Mesmo assim, vários jogos 2D fizeram muito sucesso e um deles atendia pelo nome Alundra.
Criado pela Matrix Software, a mesma que fez o remake do Final Fantasy III para o Nintendo DS, o jogo foi lançado para o console da Sony em 1997 e contava a história do garoto que dá nome ao jogo. Após uma aventura, Alundra descobre que possui o poder de entrar no sonho das pessoas e com isso será capaz de ajudar os habitantes de uma pequena vila.
A história do jogo se destacava por ser bastante sombria, ao contrário da maioria dos RPGs da época. Contudo, o grande destaque do game era sua jogabilidade. Alundra era muito parecido com a série The Legend of Zelda e permitiu àqueles que não possuíam um console da Nintendo que desfrutassem de uma aventura quase no mesmo nível das de Link.
Lançado em 1999 pela Square (atual Square-enix), este jogo trouxe muitas diferenças em comparação aos outros jogos de RPG. O jogo faz parte da chamada SaGa serie, que começou no Gameboy em 1989 e tem até hoje 9 jogos lançados, 3 para GameBoy (Makai Tōshi Sa•Ga, SaGa 2: Hihou Densetsu e SaGa 3: Jikuu no Hasha), dos 3, apenas o último foi lançado nos Estados Unidos. 3 jogos para Super Famicom (o Super Nintendo) que foram lançados apenas no Japão, são os jogos da série Romancing Saga. 2 jogos para PsOne, Saga Frotier e Saga Frontier 2 e um para PS2, Unlimited Saga.
Nota: gostaria de saber se alguém já jogou algum outro jogo da série, pois tenho muita vontade, algum leitor pode me indicar algum?
Existem muitas coisas nesse jogo que eu não vi em outros. Como os personagens não terem level. Ninguém era do level 50 ou 42, a única coisa que acontecia era o HP (health point, ou a vida), o BP (battle point) e o MP (magic point) máximos subiam de vez em quando. Outra coisa bem interessante também é o sistema de lutas. Essas características marcaram, Saga Frontier 2 é um jogo único na minha concepção.
A pior coisa da internet é quando nós vemos algo que nunca poderemos ter. Para ilustrar isso, vou mostrar um vídeo onde é usado um sistema que simula os movimentos de um carro em jogos de corrida e criado pela Force Dynamics. No vídeo abaixo é possível ver o "brinquedo" sendo usado no Mario Kart do Snes.
Mas se mesmo assim você achou o sistema simples demais, dê uma olhada no vídeo após o break.
O primeiro Resident Evil foi lançado para PsOne no ano de 1996, na época era tudo novo, o jogo, o estilo, tudo era legal! Mas hoje a abertura é motivo de piada entre os gamers. Na geração seguinte, os produtores refizeram o game com uma cara mais bonita e mais aceitável para os modelos atuais para o console da Nintendo, o Game Cube. Vejam a diferença entre as aberturas do primeiro e do remake de Resident Evil.
Resident Evil - PsOne
Resident Evil - Game Cube
[A idéia deste post estava guardada na cabeça desde que eu fui na casa do Dori e joguei a segunda versão do game]
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