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Sempre que um gênio do gabarito de Will Wright termina um trabalho, milhões de pessoas ao redor do mundo esperam um jogo no mínimo fantástico. Com Spore essa expectativa não poderia ser diferente, principalmente devido à grandiosidade do projeto. Saiba como ficou o game lendo a nossa análise.
Da criação à exploração espacial
Embora a maioria das pessoas já saiba, vale mencionar que Spore é um game onde você deve evoluir uma espécie até que ela se torne uma das mais poderosas do universo. Ao dar uma lida no manual de Spore, você descobrirá que o game é dividido em cinco etapas.
No início você deverá optar por controlar uma criatura herbívora ou carnívora. Esta forma de vida será algo parecido com uma ameba e caberá a você apenas se alimentar, principalmente de seres menores ou plantas e fugir do maiores. Sempre que você se alimenta, sua "ameba" ganha pontos de DNA que servirão para "comprar" novas partes para o bicho. Essas partes farão com ele fique mais rápido, mais forte e/ou resistente e cabe a você decidir em quais características investir.
Se você for um predador, por exemplo, é melhor que seu animal tenha uma boca mais forte, enquanto que um herbívoro se daria melhor com flagelos que o tornassem mais rápido, facilitando assim uma fuga no caso de um ataque.
Para fazer modificações na estrutura de sua criatura, você deverá acasalar e para realizar tal tarefa, basta clicar em um botão para achar um parceiro. Após o encontro, um deles porá um ovo e dele sairá uma versão incrementada de sua espécie. Só tome cuidado pois chamar um parceiro pode também atrair predadores.
Quem vê o game apenas nesta etapa deve achar tudo muito bobo e simples, mas a intenção era essa mesma, proporcionar uma curva de aprendizado acessível e ir mostrando ao jogador o que está por vir, sem falar que cada decisão tomada por você irá modificar o jogo mais para frente.
Andando com suas próprias pernas
Depois de evoluir o seu ser primitivo, chega a hora de sair da poça d'água. Aqui as coisas começam a ficar um pouco mais interessante. Você deverá "colocar" pernas em sua espécie, que já possui uma cérebro minúsculo e começar sua vida na terra. Após criar um ninho, você precisará explorar o planeta, caçando, colhendo frutas, criando laços com outras espécies ou as exterminando. Nessa etapa, Spore começa a mostrar sua complexidade e mesmo assim a dificuldade ainda é baixa.
Após realizar algumas ações, as criaturas do seu ninho resolverão migrar para outro ponto do planeta, ficando cada vez mais distantes da água e mostrando que ela ainda tem um longo caminho na evolução.
Unidos Venceremos
Depois de possuir um cérebro grande, sua espécie começará então uma vida tribal. Agora você não mais controlará uma criatura, mas várias delas ao mesmo tempo. O jogo dá uma guinada violenta em seu estilo e passa a ser uma versão simplificada de um game de estratégia no melhor estilo Warcraft e Age of Empire. É preciso coletar alimentos, comprar armas e construções que permitiraão que sua tribo fique mais forte.
Ressalto que todas as suas ações continuam mudando o desenrolar do game e aqui você deverá optar por se aliar a outras tribos ou destruí-las. Nesta etapa você não mais poderá alterar a estrutura de sua espécie e agora as mudanças são feitas nas suas vestimentas, onde você pode comprar capacetes, armaduras, decorações e coisas do tipo.
Concluindo esta etapa, você passará para a de civilização, onde começará com uma cidade e terá que dominar o mundo e logo após o destino é colonizar o espaço. Não entrarei em maiores detalhes sobre essas fases para não estragar a surpresa, mas posso dizer que a brincadeira vai ficando cada vez melhor, mais viciante e complexa. E deixo aqui uma dica: apenas a parte de colonização espacial é maior, muito maior que a maioria dos jogos do gênero disponíveis no mercado. Se fôssemos dividir o game nas cinco etapas, não é exagero dizer que apenas a parte do espaço já valeria os R$ 99,00 que pagamos no jogo todo.
Crie o que quiser
Falar de Spore e não citar seu impressionante editor é cometer uma enorme injustiça. Quem testou o demo do "Criador de Criaturas" possui uma idéia do que é possível fazer no game, mas é dentro do Spore que podemos ver realmente do que ele é capaz.
Embora o funcionante seja basicamente o mesmo, aqui você poderá criar as próprias criaturas, naves espaciais, tanques de guerra, navios, aviões, carros e até a prefeitura da sua cidade. Caberá a você decidir qual será o formato das criações, assim como cor e complexidade. Resumindo: tendo um pouco de paciência e bastante criatividade, é possível criar quase qualquer coisa e o interessante é que seu funcionamento é bastante intuitivo.
Os mínimos detalhes
Mesmo com toda esta complexidade, uma coisa me chamou muito a atenção: o apego aos detalhes por parte dos criadores. Durante minha experiência no Spore, consegui preencher uma página inteira de anotações com eles e gostaria de citar alguns.
Durante as partidas é possível ver a passagem de tempo, mudanças climáticas, presenciar os filhotes se protegendo atrás dos pais durante um ataque ou mesmo o desespero de algumas criaturas ao ver sua tribo ser dizimada.
O nível de detalhamento é tão absurdo que podemos ver nossas criaturas bêbadas após um banquete, batendo umas nas outras e dando risadas, dar de cara com seres gigantescos e que o manual chama de "criaturas místicas", algo semelhante aos monstros de que ouvimos falar como Pés Grandes ou serpentes marinhas. Essas criaturas são praticamente imbatíveis e representam uma ameaça para nós, portanto é bacana ficar observando-os à distância.
O que dizer, por exemplo, da primeira vez que presenciamos uma chuva de meteoros? Vários animais correndo pelas planícies tentando se salvar. Você ainda dará de cara com espaçonaves, o que deixa claro que nem todas as espécies estão no mesmo nível de evolução e só ajuda a deixar o game ainda mais charmoso.
Isso mostra que os game designers tentaram recriar um meio ambiente verossímil e na minha opinião o objetivo foi alcançado. Ver como tudo funciona belamente em Spore é uma experiência digna de ficar guardada na memória.
Perfeito para seu propósito
A parte técnica de Spore é algo que pode ser polêmico. Se você gosta de jogos ultra-realistas, com texturas em alta definição, explosões e tiros sendo transmitidos em diversos canais de áudio, este definitivamente não é seu jogo.
O encanto do título está justamente na sua direção artística. Com cores fortes, estruturas e criaturas que podem até ser consideradas caricatas, o importante aqui é que você entre no clima do jogo e o aproveite da forma como ele é. Se fizer isso, garanto que a experiência será gratificante. Destaque para a forma como os seres mudam os sons de acordo com sua evolução, passando de meros grunhidos na etapa de criaturas para longos diálogos após a criação de sua cidade.
Brilhando também online
Mesmo não tendo uma modalidade multiplayer, Spore possui um forte elemento online. Estando conectado à conta que é criada após a instalação do jogo, você receberá constantemente criações de outros jogadores e isso garante que uma partida nunca seja igual à anterior. Em uma de minhas incursões ao universo de Spore, encontrei com um ser muito parecido com a rainha Alien do conhecido filme de ficção-científica. Há também a possibilidade de enviarmos filmes diretamente para nossa conta do Youtube ou fazer uma busca na Sporepedia sem ter que sair do jogo.
Inovador sim, mesmo copiando
Mesmo reaproveitando elementos de vários outros jogos, é injusto dizer que Spore não é inovador por um simples motivo: o jogo consegue reunir características de clássicos como os já citados Warcraft e Age of Empire, Civilization e até mesmo o diferente Flow. Embora estejamos falando basicamente de um jogo de estratégia, as variações entre as etapas é tão grande que parece estarmos jogando cinco jogos bem distintos entre si.
Instale só três vezes
Ao fechar esta análise eu dei de cara com a notícia que a EA teria colocado um sistema de DRM que limita a instalação do game a apenas três vezes. Isto certamente foi feito para evitar a pirataria, mas a atitude está gerando uma imagem negativa, tanto para a empresa quanto para o jogo, que está recebendo avaliações negativas em sites de vendas online como a Amazon.
Embora o procedimento seja um tanto chato e burocrático, é importante avisar que caso você esteja pensando em comprar ou já comprou e precise de uma quarta instalação, basta entrar em contato com a equipe da EA para que conseguir a essa liberação.
De pequenos detalhes ao fantástico editor presente em todas as etapas do jogo, a sensação que temos é a de termos nas mãos um título que vale cada centavo investido, seja pelo acabamento impressionante, seja pela diversificação proporcionada pela obra-prima de Will Wright. Acreditem, Spore é um jogaço.
- Direção artística simplesmente fantástica;
- Editor praticamente impecável;
- Possibilidades de customização quase infinitas;
- Se existe um jogo que pode ser considerado infinito, este jogo se chama Spore;
- Will Wright mostra ser um dos maiores gênios da indústria.
- A dificuldade para instalar o game mais de três pode incomodar alguns;
- Você nunca conseguirá fazer tudo que o game pode proporcionar. NUNCA;
- Mesmo tendo escrito tudo isso aí em cima, não consegui abordar nem metade do jogo :(-
Vou comprar o meu HOJE! Não fiz ontem porque fiquei pensativo sobre os R$99 mas tenho certeza que não vou me arrepender.
Estou na fase tribal. Gostaria de destacar que a fase anterior, apesar de simples, é muito interessante, pois logo você percebe que usar a mente é a melhor forma de progredir (como no mundo real. Apesar de que se usar muito não consegue procriar :-)). Para fazer alianças nessa fase, além de "aprender" os movimentos, fica mais fácil "conquistar" outra tribo com a ajuda de outros aliados que já estejam no grupo.
Fica uma dica para essa fase: se tiver dificuldade de agradar alguma criatura, e não tiver pontos suficientes para melhorar os movimentos, tente afastá-la do grupo, pois fica mais simples. Gostei muito dessa fase, apesar de ter sentido o mesmo que o Dori: realmente você sai da fase sentindo que não conseguiu fazer nem uma pequena parte do que é possível. Quando pequei o ítem perna humana (ou Hominídia, sei lá), por exemplo, a barra de progresso encheu, e fui para a fase tribal.
Pois a minha raça é a mais carniceira ever. Carnivoro, Predador e Guerreiro. }:)
Eu também fiz uma raça carnívora. Porém, se você fizer alianças ganha mais pontos. Pelo menos até onde joguei...
Essa de usar as criações dos outros nos teus jogos parece muito tri, só deve ser constrangedor no caso de tu mostrar pra alguém e ver que tem um planeta inteiro feito de Sporns xD
Até um tempo atrás eu não tinha a menor idéia de como ia ser a jogabilidade do jogo, mas depois de ver alguns vídeos achei legal.
A parte que fiquei mais interessado foi a parte em que você tem que defender sua aldeia (como se fosse um RTS), infelizmente não consegui achar muitos vídeos mostrando essa parte (preguiça de procurar xD)...
As únicas partes que eu vi bastante foram as do começo do jogo, no estágio unicelular.
Meu amigo ta com o jogo na casa dele, vou fazer uma pequena visita inesperada só pra jogar hahahaha.
delete
Eu achei o jogo muito fraco e não cumpriu o que prometeu.
Não vi evolução, pois não importa qual parte você coloque no bicho as fases serão sempre iguais.
A primeira vez que joguei me surpreendi com os gráficos, meteoros, clima, etc... mas replay nulo pra mim, tanto que joguei 2 vezes só, uma como carnívoro e outra como herbívoro pra ver se algo mudava.
Eu ia comprar a edição galática. Mas então resolvi ver um trailer do jogo e fiquei desconfiado. E o povo detonando o jogo não é apenas pelo DRM, mas pela simplicidade. O que o jogo poderia ser e o que entregou. E na Amazon tão falando muito mal mesmo! Eu nunca joguei, mas desisti de adquirir o jogo.
Eu gostei. E assino embaixo com o Dori: se o jogo fosse SÓ a etapa Espacial, já seria um baita jogo que valeria sozinho os 99,90 :)
Sempre fui adepto da pirataria, em primeiro lugar porque os preços de um jogo aqui no Brasil eram bem irreais, e em segundo, porque meu poder aquisitivo não me permitia tal luxo. Mas, nesse caso, sinto que os 99,90 serão muito bem recompensados e valem todo o trabalho feito pela equipe que desenvolveu o Spore.
Obs: Se a fase espacial não for tudo isso, eu volto aqui e peço pro Dori o meu dinheiro de volta!! =P
Lembrando: o Meio Bit não apoia nem aceita nenhum tipo de apologia à pirataria ou qualquer outra atividade ilícita.
Você deve ser do tipo que acha que se pode roubar uma BMW, porque não tem dinheiro suficiente para comprá-la. Aviso: está a um passo de ser banido.
Gostaria de deixar claro que em nenhum momento incentivei a pirataria, apenas quis expressar minha opinião. Sei que esse é um blog sério, que é totalmente contra essa atividade.
Sinto muito se fui mal interpretado.
Sei lá, para ser sincero não estou nem um pouco empolgado com esse jogo. Esperava algo mais no estilo de Black & White, mas pela descrição do Dori tá muito com jeitão de The Sims, que não é exatamente minha praia. E RTS por RTS eu prefiro esperar o Starcraft 2 :P
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"Now worlds will tremble once again
Empires will fall
Alliances will shatter
We are the Swarm"
Dori meus parabens pelas sua critica mto bem feita,e elaborada destrui as criticas dos sites gringos.
Assino embaixo, o jogo é sensacional tudo que prometeram. O que me deixou um pouco chateado foi o fato de vc n poder todo o controle da nave na era espacial.
Um grd passo p/ as narrativas dos games.
O jogo foi tudo que esperei nesses ultimos anos
Alguém mais teve sérios problemas na era Espacial? Meu planeta tá do lado de um mega-evil império que está invadindo todos os meus planetas um a um, e só de tentar pousar no planeta deles já destróem minha nave...
Mas, como sou brasileiro e não desisto nunca, já comecei uma segunda espécie... e como sou compulsivo, uma terceira tb ^^
Como assim?? Tipo, as espécies anteriores continuam vivas no jogo, enquanto você desenvolve uma nova espécie?
Sim, cada "jogo" diferente que tu começa é uma espécie começando a vida em um planeta. Planeta esse que tu pode visitar inclusive... só não consegui fazer isso porque tinha escolhido planetas em lados opostos da galáxia =/
Como já falaram aqui, essa parte do jogo é IMENSA. E eu só tive real noção do tamanho quando joguei. Só falar que é gigante ainda vai parecer pequeno
Eu já achei uma espécie minha no estágio tribal. O planeta da sua outra espécie fica marcado no mapa da galáxia quando você chega perto. Aliás, perto nesse jogo é meio relativo, é tudo violentamente longe, parece até que a galáxia está em escala. Uma distância peguena é 2 parsecs (7 anos luz) entre sistemas.
Também encontrei uma raça que eu fiz, são meus aliados, hehe... tem até um achievement disso...
Viajar na galáxia fica bem mais fácil com melhores tanques de energia, e motor de propulsão, fora que tu pode comprar a habilidade de usar um buraco negro como portal e sair em algum outro canto, bem útil. Só me pergunto se é possivel viajar até outro braço da galáxia, já que tudo aquilo q tu joga é só um pedacinho dela..
Quanto aos emblemas, minha próxima meta é conseguir o destruidor de planetas, hehe...
Perto do local do meu império há dois buracos negros (em lados opostos). Ambos levam para um mesmo setor, no mesmo braço, mais longe, mas perto desses dois buracos negros há um terceiro, que leva para o braço diametralmente oposto, lá do outro lado da galáxia! E um quarto que me deixa às portas dos Grox, lá no centro :D
E eu também consegui o destruidor de planetas, mas usá-lo é um suicídio social: você ganha -200 de relacionamento com os outros impérios. E se algum deles for aliado TAMBÉM daquele que você atacou, já era, adeus aliança. Mas eles não viram inimigos imediatamente, só te deixam no "alerta": só mostra os planetas deles rodeados por vermelho quando você passa por eles, mas é um círculo pulsante, e naves vêm te rodear, como se fosse uma escolta, mas não te atacam. Mas para virar inimigo mesmo, basta uma mínimo ofensa e já era :D
Fora que é caro (5 milhões) e não permanente =/
Pode ser mais vantagem reduzir o nível T do planeta para enfraquecer a colônia e mandar bala. Relativamente fácil de fazer.
Se alguém quiser me adicionar no jogo, procura pelo avatar "Malignus".
Eu já cheguei a apagar jogo por conta do "império do mal", o caso é você pelo menos no começo esquecer um pouco de visitar sistemas habitados por impérios.
A minha estratégia era só visitar planetas sem civilizações e aproveitar para coletar artefatos e emblemas para poder encarar os impérios. Ainda não terminei a era Espacial, mas imagino que deva ter um império monstro chamado Grox, sei lá.
P.S.: As "realizações" do jogo só funcionam se você jogar sem cheats. Demorei para descobrir porquê nunca destrava os modos tribos, civilização e galáxia: eu sempre fazia macete para acabar a fase de tribo mais rapidamente.
P.S.: Eu acho mais fácil jogar de onívoro e social. Carniceiro é difícil pacas de matar, sem falar que o jogo tenta sempre dar load em monstros mais difíceis.
Foi exatamente o que fiz, comecei outra civilização e segui a linha onívoro/social. Não saí do lado do mega império do mal, e dessa vez vou pular a missão de iniciar guerra com outra civilização... agora acho que vai :D
A fase da tribo achei muito mais rápida no modo social, e a forma com que a tua tribo vai até a outra pra entregar um presente é impagável, hehehe...
Tive que deletar vários jogos ou por estar do lado de impérios pouco amigáveis ou por não conseguir passar as minhas realizações por algum motivo estranho (da primeira vez foi cheat, mas das outras não). É bem mais fácil ir no modo social/religioso mesmo, sem falar que você ganha bônus para falar com outros impérios.
É legal ficar correndo atrás de realizações, pois ela incentiva a você descobrir mais coisas do jogo. Tentando o "Vôo da Abelha", eu quase mandei uma criatura minha para fora de órbita ao pular nos gases de um vulcão (mina de especiaria também serve, fica a dica).
Outra coisa é que funciona melhor se tu for na manha com os impérios do mal próximos ao teu. Investe em defesa no começo, fica aturando os ataques deles e vai evoluindo aos poucos.. quando tiver poderio suficiente, vai la e chuta planeta a planeta, e depois ri quando ele vier pedir agua :P
sim
Joguei e pra ser sincero achei o jogo chato... cheguei ateh a fase espacial.
O ponto positivo do jogo é mesmo a área de criação pois a interatividade está toda ali. O que segue acaba se tornando minigames, que na minha singela opinião, são bem fajutos, salvo a área espacial que apresenta algum desafio (quests e afins), mas tem que ter paciência pra chegar até la e hora que eu cheguei e joguei um pouco... acabei enjoando.
Numa escala de 0 a 10 pra diversão, eu arrisco uma nota 4.
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Psychosomatic - Addict - Insane
Já liberaram o primeiro Patch do jogo: http://www.spore.com/patch
seus nobs eu ja chegei no buraco negro
Se você não percebeu, esse tópico começou quando do lançamento do jogo, quando tudo ainda era novidade.
Três meses e só agora você chegou lá? Tsc, tsc, tsc.
E acabou de ser lançado o terceiro Patch do jogo, agora incluindo mais 24 membros com exoesqueleto. Para dar um gostinho a quem já comprou o jogo sobre o que terá no Creepy & Cute. O chato é que em alguns países o pacote de partes virá GRÁTIS para quem adquirir o jogo novo. Fosse 1 ano depois do lançamento do jogo, vá lá, mas meros 2 meses depois é sacanagem fazerem esse tipo de coisa
Acabei de descobrir uma "feature" (ou macete, sei lá) da fase espacial:
Se você nunca contactar a civilização, ela nunca vai expandir. Você pode ficar expandindo o seu império e executando missões para ele eternamente até ser forte o suficiente para aniquilar quaisquer dos seus inimigos. Aí então você invade as civilizações vizinhas e garante o seu poderio no espaço adjacente ao seu, sem se preocupar com as expansões dos vizinhos.
O ideal é não ter nenhum contato, pois mesmo o contato de uma civilização que se expande com outra pode disparar a expansão desta.
P.S.: Os Grox não se expandem por colonização. Nem precisam, né?