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Dori Prata's picture

RPGs: Duração ou qualidade?

O site NZGamer publicou uma matéria onde eles questionam a duração e a qualidade dos RPGs atuais. É inegável que a principal característica de um bom role-playing game é sua história e muitas vezes as produtoras acreditam que apenas acrescentar algumas dezenas de horas a mais no jogo fará com que seu enredo se torne interessante e acabam esquecendo que isso pode ter um efeito inverso.

Atualmente não é difícil encontrarmos jogos do gênero que se aproximam ou até ultrapassam a marca de 100 horas. É normal algumas pessoas acharem que bons RPGs precisam ter uma duração longa, já que no contrário a história se torna superficial.

doriprata_11.03.08

É evidente que isso não passa de preconceito pois muitos são os games considerados curtos que exploram satisfatoriamente seus enredos. Só para ficar nos mais recentes, basta lembrar do fantástico Fable. Se formos buscar mais atrás, muitos são os RPGs que não passavam de 30 horas.

Temos que levar em consideração também que na maioria dos casos, os jogos ditos mais extensos utilizam várias side quests que nada acrescentam ao enredo. O interessante é que muitas pessoas acabam acreditando que jogos longos possuem um custo/benefício maior, o que não representa necessariamente a realidade.

Algo que acho relevante é o fato de que a maioria das pessoas não possuem muito tempo para jogar e games com durações muito extensas podem acabar assustando muitos jogadores. Mesmo assim concordo que títulos como os últimos Final Fantasys, Dragon Quests ou mesmo o infindável Oblivion proporcionam uma imersão maior, já que prendem o jogador por mais tempo em seus universos.

doriprata8_11.03.08 Eu acredito que o ideal seria um meio termo. Produções que possuem em média 40 horas de duração podem ser considerados jogos longos para aqueles que não podem se dedicar por muito tempo a um jogo, mas que não são impossíveis de serem terminados. Com este tempo também é possível desenvolver um história satisfatoriamente, desde que o game tenha bem equilibrada a parte de batalha e exploração.

O importante é que o roteiro prenda o jogador. Se além disso o jogo tiver gráficos fantásticos e uma trilha sonora que envolva, podemos dizer que o RPG conseguiu cumprir sua tarefa e provavelmente figurar entre os melhores que o jogador experimentou.

[via NZGamer]

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Frank Quick's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 08:41

Creio que mais importante que o tempo é, digamos, "o prazer que ele proporciona".

Rodmalkav's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 16:38

Essa máxima vale para muitas coisas aHUHAuahUAHuha



Se descobrir que está caindo na loucura, Mergulhe

Rodz's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 08:44

Concordo. Nesse caso, tamanho (duração) não é documento. Fable, o melhor RPG que já joguei (para o meu gosto) é para mi na medida certa.

Mesmo assim, para consegui zerá-lo com o tempo disponível que tenho, demorei 1 ano.

Bigode's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 09:11

Praticamente ninguém liga pra história de um rpg. Srsly. Praticamente ninguém.
Esse negócio de value for your money é coisa de reviewer RETARDADO. Se tu der pra eles alguma obra prima gamística que sobreviveu a séculos de modificações para balancear o jogo, tipo, Chadrez, eles vão reclamar que o jogo dura só meia hora e os gráficos são de 500 anos atrás. É o mesmo tipo de pessoa que vai dizer que um Ibara da vida é mto fácil e curto pq tem créditos infinitos. Dê graças a sua divindade imaginária favorita de que eles não tão reclamando que Doom não te deixa discutir filosofia grega com os monstros.
Se o jogo tiver 20 minutos excelentes, tá bom demais, até porque se eu gostar mesmo do jogo eu vou rejogá-lo muitas e muitas vezes.
A maior parte dos rpgs modernos tem 40 a 60 horas de duração, no máximo (eu ainda acho tempo demais) Os jogos que tem muita ênfase na plot não costumam passar disso. Os jogos que estouram isso são aqueles que tem mecânicas mais complexas (que te incentivam a continuar jogando, o exemplo mais popular é pokemon, que a plot do jogo dura entre 10 e 20 horas), e aquelas sidequests que são mais bonus dungeon do que sidequests.
Quero ver quando alguma empresa vai revolucionar o gênero com algum jogo tipo assim "ae, moleque filho do grande guerreiro do passado, tu tem 1 hora pra salvar o mundo do mago louco que vendeu a alma pro capeta, aqui cinco centavos e um pedaço de pau", que te solta no mundo sem tu saber o que fazer, e que tu teria que jogar repetidas vezes pra descobrir como "vencer", se é que isso é possivel.

"This isn't a videogame," he said in that accusatory tone only 3-year-olds can truly master. "This is a movie. I don't want a movie. I want a game." The interminable introductory cinematics weren't even half over at that point.

Rafael Vasconcelos's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 09:19

Minha vez !!!!!!!!!
"Chadrez" foi dose ! :D

___________________________________

There on the battlefield he stands.

Down on the battlefield he's lost.

And on the battlefield it ends.

Marcelo Colonia's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 14:21

Touché =D

_______________

For the Forsaken!
Marcblack
Undead Rogue - server Gurubashi

ViniGodoy's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 09:59

Eu ligo para histórias dos jogos de RPG. E tenho vários amigos que também ligam. Fiquei profundamente decepcionado com Neverwinter Nights 2 por causa da trama cliché.

No meu ver, existem duas linhas muito distintas de jogos. Aqueles que tem linearidade e os que não tem. Geralmente, os jogos lineares (Neverwinter, The Witcher) empurram o jogador num determinado curso de ações, mesmo que entre os "capítulos" haja side quests que reduzam essa linearidade um pouquinho e dêem um pouco de escolha ao jogador. Eles são mais focados em enredo e eu acho fundamental que a história seja, no mínimo, convincente.

Os jogos não lineares, como o Oblivion e seus antecessores e a série Ultima, tem uma história mais tênue, mas investem de maneira pesada nas side quests e num mundo gigantesco. O que é legal, porque o jogador pode fazer um personagem e realmente tem poder de escolha sobre o que esse personagem vai fazer e que tipo de riscos quer correr.

Eu respeito e gosto dos dois gêneros. Mas não vejo muito o porque de discutir quem "é o melhor". Por mim, são estilos diferentes, e devem mesmo coexistir.

---
Desenvolve jogos de computadores?
http://vinigodoy.wordpress.com

disse em Ter, 11/03/2008 - 10:04

"tu tem 1 hora pra salvar o mundo", isso se chama prince of persia.

Final Fantasy 7 e 8 (o 8 não tenho certeza, mas acho que sim) tiveram seus momentos com contagem regressiva...

abraços

Bigode's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 16:28

Prince of Persia tu tem uma hora pra salvar a princesa. E as catacumbas do castelo são lineares. Eu quero algo como "o mundo vai acabar em uma hora" e te jogam no mundo, um mundo enorme e cheio de coisas pra fazer. Tipo um majora´s mask, mas sem tu poder viajar no tempo de volta.

"This isn't a videogame," he said in that accusatory tone only 3-year-olds can truly master. "This is a movie. I don't want a movie. I want a game." The interminable introductory cinematics weren't even half over at that point.

rosolem's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 21:50

Se fossem 1min era Dragon Ball Z U_U

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Go, go to Never Land!!!

Bigode's picture
disse em Qua, 12/03/2008 - 00:11

Sim, e esse minuto demorava 110 episódios.
Bem, retificando a minha idéia, o jogo não precisaria anunciar logo no começo que o mundo vai acabar em uma hora. Poderia esperar a uma hora passar e dar um game over lol :P.

"This isn't a videogame," he said in that accusatory tone only 3-year-olds can truly master. "This is a movie. I don't want a movie. I want a game." The interminable introductory cinematics weren't even half over at that point.

Bigode's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 09:37

@Rafael: Uh é com X. :p
Fazia tanto tempo que eu não escrevia essa palavra lol...

"This isn't a videogame," he said in that accusatory tone only 3-year-olds can truly master. "This is a movie. I don't want a movie. I want a game." The interminable introductory cinematics weren't even half over at that point.

Eduardo Aguiar's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 09:54

Que tal ter ambos? A série Fallout é um bom exemplo de jogo longo e com historia excelente.
E sobre um rpg ter uma duração média, você esta desconsiderando os rpgs online, aonde se joga anos a fio.

disse em Ter, 11/03/2008 - 09:59

Só tenho um comentario sobre isso. Zelda 64, um dos melhores rpgs da minha vida. Zerei em 1 fim de semana pegando tudo que era possivel no jogo (parando pra dormir, tomar banho etc, não foi direto afinal, não sou coreano =P).

Em compensação, FFVII e FFX ja me tomaram muito mais tempo e me divertiram tanto quanto, apenas com uma historia mais elaborada.

Nem vou entrar nos rpg de mega e snes.

Muitas dessas "horas" de jogo estão presas aos movies que são cada vez maiores e mais presentes, e enchem o saco as vezes de tão longos e tanta quantidade. I don't want a movie, I want a game!!!!

e viva fall out 2

Miyu's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 10:01

Não tenho jogado RPGs ultimamente justamente por causa disso! Além de não ter mais tanto tempo disponível como antigamente, também não tenho mais saco pra esperar a história acontecer, explorar detalhezinhos maledetos, fazer trocentas sidequests e lalariloló.

É uma pena porque sei que deixei de apreciar bons títulos, mas é a realidade.

Guilherme Loureiro's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 11:08

Falando como jogador, eu adoro RPG e prontom, seja ele curto ou longo, com side quest ou sem... aliás sem não, o que eu mais gosto é descobrir segredos. Só que falando como marketeiro, imaginem vocês jogando um jogo que é animal, que te prende a todo instante, mas que não tem fim, tem uma espécie de cenas do próximo caítulo, um mini-trailer mostrando o que vem por aí?

Beyond the Beyond é meio assim, o jogo tem uma história ótima, só que muitos mosntros, vc não da um passo sem aparecer um monstro, mas o final fica aberto. Kracas, só não comprei o 2 pq não achei.

Assim, se as desenvolvedoras de games, fizerem games mais inteligentes, com curta duração e que formem uma saga de CDs hehehe! Elas vão ganhar muito dinheiro se a história for boa. Vejam o caso de .Hack, a história se entrelaça até com animes.

[]s Guilherme
http://www.ingameaddiction.com

Dark Fulgore's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 12:05

Alundra e Brave Fencer Musashi, ambos pra PSX...
RPGs muito curtos mas que proporcionam um prazer de jogar gigantesco, história boa, jogabilidade ótima que faz com que o jogo flua e tals...

Eu já detesto os FFs da vida, acho eles os RPGs mais cansativos que já joguei...

www.SpeedRuns.net

wallck's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 12:15

"Minha vez !!!!!!!!! "Chadrez" foi dose ! :D"

Personalidade definida =P

---------

RPG precisa de história. O tempo, na minha opinião, não é um fator que conta tanto para fazer parte de 50% de uma avaliação. Um verdadeiro jogo de RPG deve ser capaz de proporcionar ao jogador incontáveis possibilidades de ações. Desde a roubar os porcos do visinho, à ir ao lago da floresta negra, mesmo sendo um lugar muito perigoso.

Quanto mais liberdade, mais formas de se tornar uma história realidade, melhor o RPG.

Adepto Lordware
http://www.lordware.com.br
wallace@lordware.com.br

Tovarisch's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 12:38

Descreves o Oblivion =P

Só não lembro se tinha porcos...

Dori Prata's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 15:15

Cara, eu preciso criar coragem para por o oblivion no meu 360 =(
____________________
Vida de Gamer | A vida como ela é (ou deveria ser)!

danielvmn's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 13:09

Acho que esta é uma característica forte dos RPG's de turno japoneses, que são lineares e geralmente tem uma história interessante, mas o excesso de cutscenes e as batalhas de turno acabam acabam prolongando muito o jogo, tornando-o sacal na minha opinião, não tenho tempo para acompanhar a história, o último RPG de turno que eu terminei foi o Final Fantasy VIII no ps1.
O Oblivion vc consegue terminar em 10 horas se for seguir a campanha principal sem ligar pras sidequests, é bom ter a opção, por isso acho o jogo sensacional, apesar da história não ser rica igual os RPG's de turno.

Off: Esse excesso de cutscenes nos jogos japoneses já estão começando a me irritar, eu comecei a jogar o Devil May Cry 4 esse fim de semana e a enrolação inicial demorou cerca de meia hora, acho que dos jogos que eu joguei só perde pro MGS3, chega a ser engraçado comparar com Bioshock ou Call of Duty 4 que os jogos já começam num clima muito bom e você participando da trama jogando, não assistindo.

unfear's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 13:25

Eu sempre joguei muitos jogos do gênero quando tinha tempo gostava de jogos longos e enredos memoráveis, mas o jogo também tem de fluir, Final Fantasy e Vagrant Story representam bem isso, mesmo em jogos online como Lineage2 o servidor que jogava era de uma galera que usava o L2 como cenário para jogar RPG (isso mesmo RPG de interpretação e tudo mais com direito e criar historinha da origem de seu personagem e tudo mais) cara era muito divertido, foi a melhor experiencia que tive em jogos online.

O jogo também tem que ter um sistema bom, deixei de jogar FF9 por causa disso, também deve ter um bom equilíbrio de dificuldade já deixei de jogar alguns jogos por que eram muito fáceis ou muito difíceis.

Para mim o jogo tem que ter um enredo convincente, ser divertido e uma duração aproximada de 60 horas. acima disso fica difícil, sempre quis jogas Baldur's Gate 2, adquirir o jogo a alguns meses e não consigo jogar por que preciso encontrar coragem para encarar a jornada hehe

Guido's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 15:33

duas palavras...

Chrono Trigger
_____________________________

Glory to the Alliance!
Darkas
Altar of Storms

Guilherme Loureiro's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 16:17

Nossa, o pessoal falou de uns muito bons por aí, Alundra, é animal, a temática é diferente eu não cheguei a jogar o 2, mas falaram que era uma porcaria. Chrono Trigger era sensacional, fácild e jogar, história boa, não muito longo, nem muito curto. Chrono Cross também era bom.

Mas para mim, os melhores RPGs que eu já joguei foram 3, um para Master System, que é o Phantasy Star 1 e dois para o SNES Lufia 1 e Lufia 2. Estão nos TOP5 da minha lista.

[]s Guilherme
http://www.ingameaddiction.com

Rafael Vasconcelos's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 16:29

Meu top 10 de RPG é:

Final Fantasy 7
Final Fantasy 6
Final Fantasy 8
Secret of Mana
Chrono Trigger
Phantasy Star 1
Final Fantasy 4
Final Fantasy 9
Y`s 3
Vagrant History

Desses RPG`s só o Y`s 3 e o Vagrant History podem ser considerados "curtos".

Menções Honrosas para:

Final Fantasy Tactics
Front Mission 3

___________________________________

There on the battlefield he stands.

Down on the battlefield he's lost.

And on the battlefield it ends.

Tovarisch's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 16:33

Agora vai perder de vista o tópico, hehehe

Eu queria gostar de FF 7... mas acho que peguei muito fora de época, e não consegui aturar os gráficos

Bigode's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 17:00

Tudo amarelo. É Ys, de onde tu tirou o ´?
Vagrant Story é mesmo curto? Vou dar uma checada, o jogo parece bem estranho e talz talvez goste. Phantasy Star é curto, se tu tiver mapas.
Earthbound/Mother2 é curto, deve ter umas 12 horas e talz, e vale a pena. Teve a 'honra' de ser o segundo jogo a me fazer chorar... (o primeiro foi Metal Slug 3). E o jogo tem alguns defeitos tipo usar um calendário estranho, mas é pq ele se passa numa caricatura da Inglaterra e talz.
"This isn't a videogame," he said in that accusatory tone only 3-year-olds can truly master. "This is a movie. I don't want a movie. I want a game." The interminable introductory cinematics weren't even half over at that point.

Rafael Vasconcelos's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 17:04

Dá pra terminar Vagrant History em mais ou menos 20 horas. Agora ele tem um lance de recomeçar o jogo com algumas áreas destravadas, dificuldade maior e todo seu equipamento de volta.

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There on the battlefield he stands.

Down on the battlefield he's lost.

And on the battlefield it ends.

wallck's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 17:10

Meu Chronno Trigger chegou! \o/

Mas ainda não pude ver um RPG tão phoda quanto Fallout 2.
Não pude jogá-lo direito, mas TODOS disseram ser uma boa escolha. Não vejo a hora de jogar a terceira versão do game.

Adepto Lordware
http://www.lordware.com.br
wallace@lordware.com.br

Guido's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 17:22

Vagrant Story é show mesmo...
não sei como não se destacou tanto...

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Glory to the Alliance!
Darkas
Altar of Storms

Bigode's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 22:44

Não tinha Final Fantasy no nome. Nem um personagem emo com amnésia e uma espada do tamanho de uma prancha de surfe. E nem um personagem com "Dies" como sobrenome.

"This isn't a videogame," he said in that accusatory tone only 3-year-olds can truly master. "This is a movie. I don't want a movie. I want a game." The interminable introductory cinematics weren't even half over at that point.

Tango's picture
disse em Ter, 11/03/2008 - 23:14

Duração.

Por que com duração, especialmente nos RPG's você acaba se familiarizando mais com os personagens, num ponto em que alguns deles se tornam quase família.

Com a duração do RPG a qualidade aumenta direta e proporcionalmente.



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