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Muitos jogadores vivem reclamando da falta de originalidade nos jogos atuais. Uma boa alternativa para este problema é ficar de olhos abertos com os jogos independentes, também conhecidos como indie games.
Se você está interessado em um jogo bastante interessante, recomendo dar uma chance ao Tag: The Power of Paint. O game se passa em cenários totalmente preto e branco. Equipado com uma arma capaz de disparar tintas de três cores diferentes, a intenção é achar a saída dos estágios. Para isso você usará a cor vermelha para ganhar velocidade, a verde para saltar e a azul para permanecer grudado a alguma superfície. A arma ainda é capaz de jogar água, que serve para remover a tinta.
Logo de cara você notará algumas semelhanças com o jogo Portal. Além de usar a mesma perspectiva em primeira pessoa, o jogador utiliza sua arma não para atirar em inimigos e sim para se locomover no jogo.
Vale ressaltar que este jogo foi criado por estudantes da DigePen, mesmo instituto de onde saíram os criadores do Portal. Será que´veremos o The Power of Paint no próximo Orange Box? Imagine o jogo com um tratamento para rodar na atual geração de consoles.
E o ano de 2009 começa a todo vapor para a indústria brasileira de games. Bom, para a indústria sim, para os jogadores, pouca coisa mudou. O dólar continua com um valor bem alto, os impostos não tiveram um centavo de redução, mas enfim, esse não é o foco da notícia.
A (quase) boa nova é que a Actvision Blizzard anunciou que terá uma representação oficial no Brasil. A novidade que poderia ser fantástica, já que teremos no nosso famigerado país a chegada da maior distribuidora de jogos eletrônicos do planeta, infelizmente não passou disso, o anúncio. Maiores detalhes sobre a possível instalação de um escritório ou a desejada localização total de jogos não foram dadas, portanto, ao menos por enquanto continua todo como antes.
Um detalhe interessante foi ver John Dillulo, diretor executivo da empresa para a América Latina, reclamando do valor do Guitar Hero World Tour por aqui, cerca de R$ 1500,00, enquanto que nos Estados Unidos ele custa US$ 200,00. Pois é Mr. Dillulo, nossos governantes não gostam de nós.
De qualquer maneira, não deixa de ser mais uma bela iniciativa e que mostra que o nosso país possui um futuro promissor na área, só temo que este mercado não chegue a se tornar realidade nunca.

[via Rodrigo Flausino]
Uma enorme parcela das pessoas que cresceram jogando videogames defendem a idéia de que é possível aprender muito com os jogos eletrônicos. Não é raro vermos casos de jogadores que aprenderam a falar uma segunda ou terceira língua graças aos games ou aqueles que obtiveram um bom conhecimento histórico ou geográfico por causa das histórias contadas nessa forma de entretenimento.
Recentemente comecei a jogar o RPG Eternal Sonata no meu Xbox 360. Caso não saiba, o jogo conta o último sonho que o compositor polonês Frédéric François Chopin teve em seu leito de morte e embora o jogo esteja recheado de metáforas, tenho que elogiar a forma como os produtores conseguiram homenagear o compositor. Além do jogo estar me agradando bastante devido ao interessante enredo e bom sistema de batalha, o que mais me impressionou é que ele acima de tudo se trata de uma bela forma de contar a história de Chopin.

No final do ano passado eu acabei deixando passar uma notícia publicada pelo Wall Street Journal que dava conta de que o império Disney estava interessado em comprar a Electronic Arts. Na ocasião achei o boato um tanto quanto surreal, pois achava difícil uma mega potência como a EA ser vendida, mas estou começando a rever meus conceitos.
Quem levantou a possibilidade mais uma vez foi o site Variety. Especula-se que a empresa do Mickey Mouse esteja interessada em melhorar sua participação no mercado de jogos e qual melhor maneira de fazer isso do que comprando uma das maiores companhias do setor. O que me deixa um tanto cético em relação a situação é a atual situação financeira do planeta e acredite, comprar a EA não será algo barato.
De toda forma, se o rumor vier a se concretizar, a possibilidades são imensas para a Disney. Imagina a quantidade de propriedades intelectuais que a empresa terá em suas mãos e lembre-se que ela possui estúdios de cinema, portanto… pode esperar dezenas de filmes baseados em jogos da Electronic Arts, assim como bonecos, programas de televisão, desenhos e quem sabe até uma aérea especial dentro de um de seus parques temáticos. Alguém falou em um brinquedo inspirado na estação espacial do Dead Space? Alguém?

[via Joystiq]
Há dois dias eu publiquei aqui um comentário vindo de dentro da Microsoft onde diziam que o PS3 deverá receber uma redução de preço em breve. Como era de se esperar, a Sony tratou de contra-atacar, mas sinto que o tiro tenha saído pela culatra. Vejam só:
“O Xbox 360 requer um investimento adicional, vários upgrades e dispositivos externos adicionais, o que acaba pesando na carteira e bagunçando toda a central de entretenimento. O PS3 é o exemplo perfeito de um produto com tecnologia superior e um sofisticado design, criando um produto ideal com tudo o que se precisa para o entretenimento.”
Bom, comentário feito, vou dar minha visão sobre a situação. A Sony não deixa de estar correta, já que a versão mais barata do videogame da Microsoft possui sérias deficiências, sendo a principal delas a falta de um HD. Outro problema que considera crucial para o videogame da concorrente é que nele não é possível usar qualquer tipo de HD e os originais da Microsoft custam quase o olho da cara, sem falar na falta de uma conexão Wi-fi ou Bluetooth. De toda forma, para aquela pessoa que deseja apenas jogar, pagar 200 dólares a menos num videogame me parece uma diferença razoável.
Agora vamos aos pontos que a meu ver o 360 ganha. Se pegarmos a versão de 300 dólares, o console da empresa americana possui muitas vantagens. Leve em consideração que o HD é 20GB menor que o do modelo mais barato do PS3 que é de 80GB. Tudo bem, é uma diferença considerável. O problema é que o aparelho da Sony custa 100 dólares mais caro, vem sem headset e apenas com um cabo de vídeo composto normal, enquanto que o 360 vem com um de video componente. Outra vantagem do Xbox é que o pacote acompanha dois jogos, que podem até não ser imperdíveis (LEGO Indiana Jones e Kung Fu Panda), mas estão lá.
Eu posso estar completamente errado, mas acredito que se há uma empresa que não pode criticar o preço de um console concorrente, essa é a Sony.

[via Destructoid]
E o blog GameBrood mais uma vez nos presenteia com um belo artigo misturando videogames e arte, dessa mostrando algumas cenas marcantes dos games recriadas usando apenas o MS Paint. Além das obras possuir uma qualidade visual assombroso, fico imaginando o trabalho que os artistas tiveram para fazer esses desenhos.
Embora eu considere todas as imagens aqui mostradas como extremamente impressionante, na minha opinião a do Wind Waker é insuperável. Elas foram criadas por diversos usuários do fórum NeoGaf e as vezes lamento a comunidade gamer brasileira não realizar certas iniciativas como essa.
Esta é mais uma bela mostra de que o talento não está na ferramenta usada e sim na pessoa que a usa.
Durante a E3 passada a Ubisoft revelou que estava trabalhando em uma nova franquia. O jogo prometia ter como produtora a beldade Jade Raymond e esse simples fato já garantia que muito ainda seria dito sobre o jogo. Os meses passaram, quase nada foi revelado sobre I am alive, até que agora a empresa francesa resolveu soltar algumas informações.
Para começar, o jogo está sendo desenvolvido pela DarkWorks, mesmo estúdio que criou o bom survival horror Cold Fear. Foi dito ainda que Miss Raymond nada tem a ver com o novo game, portanto, não deveremos ver o belo rosto da moça com tanto frequência (por enquanto). Quanto ao game, as novidades são promissoras.
I am alive girará em torno de um enorme terremoto que abala a cidade de Chicago. Na pele de um sobrevivente, você deverá lutar para conseguir escapar dessa loucura com vida. para tentar tornar a experiência o mais imersiva possível, os designers decidiram usar a câmera em primeira pessoa no jogo. A idéia é que o jogador sinta realmente que esta passando por aquela situação.
Não posso dizer que o Final Fantasy XII é um dos meu favoritos da franquia. Embora tenha gostado muito da parte gráfica, algo não me prendeu no jogo e no pouco que joguei uma das coisas que mais me impressionou foram os Juízes. Os personagens possuem um impacto visual impressionante e se os mesmo não impõem respeito, não sei do que um personagem de videogame precisa para realizar tal tarefa.
Imagine então a minha surpresa ao ver que a loja Play-Asia está vendendo uma réplica em tamanho natural do capacete usado pelo principal juíz do jogo, o Master Gabranth. A peça feita de metal possui um acabamento inacreditável e deve pesar quase uma tonelada. O preço do brinquedo? Apenas US$ 1,099.00 (!?!) Se você tiver coragem dinheiro para comprar, o produto será entregue no Brasil por mais US$ 471.90, isso sem falar na taxa de importação.
Mas que daria um belo objeto de decoração, disso não tenho dúvida.
[via Destructoid]
Embora a maioria dos gamers das antigas tenham sérias ressalvas sobre o Wii Fit, o joguinho brinquedinho acessório pode ser de extrema utilidade para pessoas com algumas limitações físicas.
Os fisioterapeutas do Seacroft Hospital na cidade de Leeds, Inglaterra, estão usando o Wii Fit para ajudar na recuperação de pessoas que tiveram uma das pernas amputada. O projeto pioneiro no país pretender ajudar as pessoas a ter uma melhor equilíbrio e reaprender a utilizar melhor a distribuição de seu peso com as próteses.
A maior vantagem de um sistema como o Wii Fit é que sem ele o paciente precisava confiar na palavra do médico, usando o acessório eles podem ter uma noção visual de seu centro de gravidade, além dos jogos exercícios serem muito mais… divertidos.
Acho extremamente interessante essas tentativas de usar os videogames para ajudar pessoas que estejam em tratamento e acredito que ações como essas só ajudam a acabar com aquela imagem de que videogame é coisa de criança/desocupado/nerd.

[via Destructoid]
Há alguns meses os apaixonados pelo Mega Drive ficaram fascinados com a possibilidade do console receber um novo jogo. O game se chamava Pier Solar, era um RPG feito por fãs e seria lançado como um cartucho para o antigo videogame. O lançamento que estava previsto para dezembro passado atrasou e o mesmo deverá começar a ser entregue em maio de 2009.
Se você ficou muito interessado no jogo mas não tinha grana para fazer a pré-venda ou não possui um Mega Drive e é dono de um Xbox 360, ainda existe a possibilidade de por as mãos no game. A Water Melon Development, produtora do jogo disse que após a conclusão da versão para o Mega, algumas portas se abrirão e eles esperam converter o título para ser lançado na Live.
Mesmo com a expectativa de que o jogo só aparecerá no videogame da Microsoft um ano após a versão do Mega drive, não deixa de ser uma bela notícia para todos aqueles que apreciam os RPGs, principalmente para nós brasileiros já que o Tulio Adriano, líder do projeto é do nosso país. Por falar nisso, alguém sabe se a versão do Mega drive terá opção de língua portuguesa?
[via CVG]