Segundo notícia publicada no MaxConsole, os diretores de desenvolvimento de Gran Turismo, Kazunori Yamauchi e Herr Roy, disseram que o simulador pode ajudar os motoristas a melhorarem seus conhecimentos em direção veicular.
Isso vai contra uma notícia que vi há alguns meses atrás, dizendo que games de corrida deixam os motoristas mais barbeiros. Sinceramente, é difícil dizer, mas acredito que qualquer um que queira jogar um game de corrida não vai ficar pensando nas regras de trânsito enquanto joga. Fora que mesmo os simuladores de trânsito não conseguem prever todas as possibilidades de eventos que podem acontecer enquanto você está dirigindo na vida real.
[Via MaxConsole]
Design Wenetus
Realmente acho que um jogo como GranTurismo não vai ajudar ninguém a saber mais ou menos as leis de transito.
Acho que o principal benefício de um jogo como o GT (ou qualquer outro jogo?), é a parte de estimulação dos reflexos, agilidade de raciocínio. Dependendo do jogo, e da física empregada, pode até ser utilizado para demonstrar que se você entrar em uma curva chutado e fizer muito fechado, você simplesmente sai pela tangente. Ou então o conceito de sobre-esterçamento e sub-esterçamento, tem gente que (no caso das auto-escolas aqui do Brasil) olham essa porcaria no livro (que é totalmente útil) e não conseguem imaginar isso acontecendo ou como acontece.
Talvez para a gente que jogue, esses conceitos já foram naturalmente assimilados (ja sabemos que se não fizermos a curva de uma certa forma, vamos de cara no muro :P). Já para quem nunca viu nada do tipo, poderia ser mais facilmente demonstrado com a ajuda de um jogo.
Repetindo, acho que o GT não vai fazer com que todos que passem no exame de carteira, saiam dirigindo como Senna. Mas que pode ser mais uma ferramenta a ser empregada, claro que pode.
Na minha opinião, games no estilo simulação (Gran Tutrismo por exemplo) ajudam sim o motorista. O que você aprende ao primeiro contato com jogos nesse estilo, é fazer tomadas de curva de forma correta. É claro que na maioria das vezes, você não pode dirigir na rua, da mesma forma que eu carro em um circuito, mas em alguns casos ajuda sim.
No jogo eu faço o que eu não posso - ou não devo - fazer na rua. Matar pedestres. E de forma acrobática. Carmaggedon rlz!
ops! Carmageddon!!!
Liguem não, é a Sony apelando pra aumentar vendas. [rs]
Não acredito que haja uma mudança grande na física do game em relação ao seu concorrente mais próximo [Forza2].
Mas os gráficos prometem!
Sou um fanático por jogos de simulação de corridas e por Corridas em si. Jogo muito um simulador para PC que se chama RFactor. Atualmente pilotos de Grandes categorias no Automobilismo, usam o GT para aprender algumas pistas do Calendário anual. Com esses simuladores, é possível ter uma base para as regulagens de cambio, e viragem do carro. Fora isso, o mais importante, é que o piloto é capaz de se adaptar mais rápido a uma pista desconhecida por ele. Definitivamente, esses simuladores foram uma revolução no automobilismo. Um exemplo claro vc vê neste ano que esta acabando; "olha o que o Lewis Hamilton fez esse ano -> pra cada pista desconhecida, ele treinou horas e horas em um simulador GT para se adaptar mais rapidamente a pista, conhecer os pontos de frenagem e escolher as tangentes das curvas.
Simuladores de Corrida são definitivamente um sucesso para pilotos e pistas de corrida, mas para as ruas e avenidas, não ajuda em nada.
Quem disse que precisamos de um software que preveja todas as possibilidades da vida real para simular a física em um ambiente 3D? Certamente, seria quase impossível implementar as Leis de Murphy em linguagem de máquina, simplesmente para simular as imprevisibilidades do cotidiano.
Mas com certeza toda a física básica é levada em consideração ao projetar um jogo desses. E a similaridade das reações são tão precisas que já há tempos utilíza-se estes softwares para treinamento de pilotos para companhias aéreas. Por que não fazer o mesmo com os nossos motoristas? Basta desenvolver um ambiente 3D mais 'sadio' do que vemos em jogos de corrida, onde poderíamos simular situações de chuva e etc.
mas voltando ao Murphy... não seria legal um jogo com as leis dele implementadas? No mínimo, seria hilário.
A Lei de Murphy nos games chama-se BUG! ou para os saudositas TILT!
A Lei de Murphy implementada em um programa de simulação de ambiente 3D seria como implementar a Teoria do Caos na IA dos jogos.
Não seria incrível? Todas as possibilidades reais de erro e acerto das ações seriam integralmente calculadas, ou seja, nem mesmo rotação da Terra seria ignorada no cálculo de precisão de um disparo de uma arma.
Ah sonhos... =o) Precisaríamos de um cluster de todos os supercomputadores do mundo só para rodar nosso joguinho... hehehehe...