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Logo após pegar o meu PS3, comecei a pesquisar sobre jogos exclusivos para comprar. Depois de muito refletir sobre custo, fator de diversão e vida útil, conversei com algumas pessoas que já jogaram o game e cheguei a conclusão de que valeria a pena comprar o LittleBigPlanet.
Embora basicamente o jogo possa ser considerado uma simples aventura de plataforma, o seu diferencial é a possibilidade do jogador criar seus próprios estágios, o que por si só expande infinitamente o seu replay value.
Sei que muitos de vocês já viram diversos vídeos mostrando fases criadas no game, mas como encontrei algumas idéia brilhantes no Youtube, gostaria de compartilhar algumas delas com vocês. Repare que pelo jeito o limite da criação é mesmo criatividade do jogador.
Na ordem, as fases mostradas são: Mega Man, Pac Man, Shadow of the Colossus, Super Mario Bros (esse aqui também é fantástico) e até mesmo uma recriação do ataque de 11 de setembro.
Na última semana eu publiquei um texto indicas" class="" title="">dicando um quadrinho do Street Fighter. Junto coloquei a dica de uma leitora mostrando como o nome de alguns golpes do jogo podem ter outra interpretação em inglês e por coincidência um amigo me chamou para tirar uma dúvida no forum/software/windows_live_mensenger_9_0_beta_em_ingl_s" class="" title="">MSN. Ele disse que recentemente no seu trabalho o pessoal estava discutindo sobre o que o Sonic falava quando encostava em uma bolha de ar no primeiro jogo (vídeo aqui). A inusitada dúvida era se o porco-espinho falava Vovó ou Coca (?!?). Esses dois episódios acabou me dando uma idéia: relembrar algumas expressões indecifráveis para nós jogadores de alguns jogos antigos.
Um jogo que me recordo bem que as pessoas viviam inventando palavras estranhas para o que era dito nele é o próprio Street Fighter. Quando eu era moleque, era comum ver os outros garotos da minha idade chamando o hadouken de Alugue ou o Shoryuken de Hollywood. O melhor era quando alguém se metia a repetir a frase do Sagat quando o mesmo deferia um Tiger Uppercut e jurava que ele havia dito Tiger Robocop.
As bizarrices também envolviam o Dhalsim e o E. Honda, quando alguém “descobriu” que o Yoga Fire e o Yoga Flame era, respectivamente, Uga Vai e Uga Vem. Já o gorducho vivia soltando um Cuzcuz.

Aaron Greenberg, gerente de produto do Xbox 360 teria dito em uma entrevista que a Microsoft está esperando uma redução no preço do Playstation 3 para os próximos meses. De acordo com o executivo, é de se estranhar esta redução estar demorando tanto para acontecer, mas ele acredita que ela virá, cedo ou tarde.
O comentário foi feito justamente quando a Microsoft anunciou que o seu videogame alcançou a marca de 28 milhões de unidade vendidas, o que deixaria o Xbox 360 com uma margem de cerca de 8 milhões consoles na frente do PS3. de acordo com Greenberg, 2008 foi o maior ano para o 360, tendo visto um aumento de 70% no número de usuários cadastrados na Live e com a Microsoft vendendo 1 bilhão de dólares em conteúdo online desde o lançamento do aparelho.
A minha dúvida nessa história é se uma redução no preço do Playstation 3 será suficiente para o videogame dar a volta por cima. Embora eu ache que a situação da Sony esteja longe de ser alarmante, amargar a última posição na guerra dos consoles pode não ser muito bom para a marca Playstation e acredito que mesmo que o seu terceiro console se torne um fiasco, acho pouco provável que a companhia abandone esse nome para um futuro lançamento. E você? O que pensa disso tudo?

[via Videogaming247]
Quando falamos em um viciado em MMOs, a primeira imagem que vem à mente de muitos é a de uma pessoa sedentária, que fica enfiada em um porão jogando dia e noite. Embora isso não passe de um estereótipo, é difícil imaginar um atleta profissional que dedique várias horas de seus dias a esses games, mas um bom exemplo do quanto esse estilo de jogo está espalhado por todos os setores da sociedade é o caso de Chris Kluwe.
Kluwe joga futebol americano pelo Minnesota Vikings, time da liga profissional do país e durante uma entrevista a uma rádio da cidade, o atleta disse que pretende mudar seu nome para Chris Warcraft. A declaração inusitada veio seguida das seguintes palavras:
“Eu acho que a maioria das pessoas preferem ouvir quando falo de videogame do que quando falo de futebol. Eu jogo videogame desde os 4 anos de idade e jogo muito mais videogame do que futebol. EU chuto uma bola durante 45 minutos do meu dia, enquanto que nos videogames eu passo cinco, seis horas ao longo do dia.”
É difícil saber se o jogador pretende mesmo mudar seu nome e principalmente, se ele não fez a afirmação apenas para aparecer, contudo, fico me perguntando se o sujeito gosta de jogar como um ogro ou é um daqueles que prefere se disfarçar de elfa para ganhar itens.
[via GamePolitics]
Quem acompanha o MBG de longa data sabe que sou uma pessoa nostálgica, portanto fico extremamente feliz quando fazem homenagens a jogos antigos. Há algum tempo eu indiquei três vídeos muitos legais que mostravam em poucos minutos vários jogos do Snes, do Master System e do Nintendinho, agora chegou a vez do Mega Drive.
Durante os próximos 10 minutos você fará uma viagem no tempo e se assim como eu você aproveitou ao máximo o antigo console da Sega, não se sinta envergonhando se após alguns segundos uma lágrima escorrer dos seus olhos.
Mesmo sabendo que muitos lembrarão de vários jogos que não foram mostrados, tenho que dizer que vi a minha infância passar nesse vídeo.
Update: O leitor Zio indicou outro vídeo semelhante e vou colocar ele aqui após o break.
Se existe algo que irrita qualquer jogador, isso são os bugs presentes nos games. Qualquer gamer que se preze só quer sentar na frente da TV/Monitor e aproveitar seu jogo sem que ocorro nenhuma falha, mas nós sabemos que nem sempre isso é possível.
É incrível a quantidade de produções que acabam chegando ao mercado com diversos bugs e para mostrar um pouco disso foi montado o blog I Get Your Fail. Lá você poderá ver alguma aberrações presentes em alguns jogos e embora muitas delas sejam apenas falhas na parte gráfica, acho a idéia muito legal e me faz deixar aqui uma pergunta: Você já presenciou algo bizarro em um jogo?
Em todo caso, é bom ficar de olho no blog pois com certeza mais e mais falhas aparecerão por lá.
Quando se fala em fazer um remake de um clássico, muitos jogadores trocem o nariz pois temem que as produtores poderão estragar a magia que encontramos nos jogos originais. Por outro lado, se o novo jogo tivesse apenas a parte gráfica refeita, acredito que poucos reclamariam de poder alguns títulos que ficaram no passado com uma qualidade de imagem de alta definição.
Com esta idéia da cabeça, um artista chamado Orioto publicou em sua página no DeviantArt como ele gostaria que ficassem hoje em dia jogos como Sonic, Megaman ou Mario e gostaria de colocar algumas imagens para vocês apreciarem. Veja só:
Sonic
E mais uma voz de respeito no cenário gamer japonês se junta ao coro (aqui e aqui) de que as produtoras locais estão perdendo a briga contra as desenvolvedoras ocidentais. Quem soltou o verbo dessa vez foi Jun Takeuchi, produtor do Resident Evil 5.
Segundo Takeuchi, é preocupante o avanço que os ocidentais estão conseguindo dentro do mercado de seu país e ele afirma estar preocupado com o fato de que os japoneses estão desenvolvendo cada vez menos jogos voltados ao gosto dos jogadores locais (leia, jogos bizarros). Ele espera que em 2009 as empresas japonesas consigam lançar jogos que tenham um forte impacto no mercado, melhorando, consecutivamente, a indústria do país. O produtor terminou dizendo que nós não vimos o que a Capcom está guardando para o ano que recém começou e que ele acredita que conseguirão nos surpreender.
Se pensarmos friamente, não é difícil perceber o motivo pelo qual as produtoras japonesas produzem cada vez menos para o gosto de seu país. Peguemos como exemplo o Resident Evil 4 lançado no PS2. De acordo com o VGChartz, enquanto o jogo vendeu pouco menos de 500 mil unidades no Japão, os Estados Unidos foram responsáveis por quase 1 milhão e meio de unidades. Estamos falando de um mercado infinitamente maior, portanto, é natural que as empresas foquem nele.

Pergunta oportuna: Seria o maluco da motosserra uma versão psicopata do Sackboy?
[via Joystiq]
Entre as muitas atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, uma das piores, com certeza, foi a invenção da bomba atômica e posteriormente as duas explosões que acabaram dizimando as cidades de Hiroshima e Nagasaki.
Embora o uso dessas armas de destruição em massa seja condenável, é inegável que elas exerçam um certo fascínio entre os seres humanos, que sempre gostaram de brincar de Deus e até que algumas explosões atômicas aparecessem nos games, era uma questão de tempo.
Recentemente vi em um jogo uma dessas explosões e decidi fazer esse mini-especial mostrando algumas delas e gostaria de pedir aos leitores que relembrassem algumas bombas atômicas mostradas nos games. Vale lembrar que esse texto conterá algumas cenas que podem ser consideradas spoilers, portanto, leia por sua conta e risco.
A arte de se criar um filme usando a engine de um game se chama Machinima. Ao longo dos anos, muitos desses curta metragens foram feitos, alguns bons, outros ruins, mas o vídeo mostrado abaixo é provavelmente um das mais impressionantes usando o World of Warcraft.
Além das ótimas sequências de luta, o que mais chama a atenção são as tomadas de câmera, a maioria delas muito bem posicionadas. A qualidade mostra que o autor entende da arte e o vídeo está fazendo um enorme sucesso na internet, na minha opinião com méritos.
Só acho que a música não caiu muito bem. Além de não combinar com o estilo do jogo, acredito que sua escolha não foi acertada. Mesmo assim, o filme é imperdível.
[via Project Lore]